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“Ah, mas eu nunca fumo perto do meu filho.” Mesmo assim o cigarro ainda chega até ele…

  • Foto do escritor: Dra. Juliana Justi
    Dra. Juliana Justi
  • 8 de jun.
  • 1 min de leitura

Muita gente acredita que fumar na varanda, na janela ou longe da criança resolve o problema.


Mas a exposição ao cigarro não acontece apenas pela fumaça que a criança respira na hora.


Depois que o cigarro acaba, os resíduos tóxicos continuam no ambiente.


Eles ficam impregnados:

  • Na roupa

  • No cabelo

  • Na pele

  • No sofá

  • Nas cortinas, carpetes e paredes

  • No carro

  • Nos brinquedos


Isso é chamado de tabagismo de terceira mão. A exposição pode continuar acontecendo de forma silenciosa no dia a dia.


O problema é que o organismo infantil é muito mais vulnerável.


Bebês e crianças pequenas respiram mais rápido, têm pele mais sensível e passam muito tempo em contato com superfícies contaminadas.


Além disso, a criança toca em tudo.


Depois leva a mão à boca, encosta no rosto, nos olhos e respira partículas que permanecem acumuladas no ambiente.


O pulmão infantil ainda está em desenvolvimento e é muito mais sensível aos efeitos dessas substâncias.


Esse post não é sobre culpa ou julgamento. Informação também é cuidado.


Exposição a tabaco está associada a maior risco de:

  • Crises de asma e rinite

  • Pneumonia

  • Tosse recorrente

  • Otites

  • Câncer e doença pulmonar obstrutiva crônica


Se você quer parar de fumar e precisa de ajuda, agende uma consulta com um médico da família ou pneumologista com experiência no assunto!


 
 
 

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Dra. Juliana Justi © 2025 - Todos os direitos reservados.

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